Brisinha Serelepe


Olha só a ambigüidade dos seus cabelos
Um paradoxo que causa tremor
Anjo nos cachos
Perverso na cor

Menininha séria,
Mulher que não cresceu,
Que lugar tão distante é esse que vai
Quando se esconde nos seus pensamentos?

Ah! Responde também
Onde achou o tom que cobre tua pele
Esse branco lhe cai tão bem!

Pra cada dia tem um nome,
Se quer um ar de Lolita,
Porque não Dalilla?

Ela quando chega avisa
Às vezes deixa que a vida a leve
Como papel na ventania
Às vezes ela leva a vida sendo o próprio vento,
Sendo a própria Brisa.

Milena Palladino (2006)

*Brigada Mi!
Te amo!


Sobre entojo

É alma que não se cala; Palavra que tira de tempo; Transbordo de sentimentos... Não é sopro, nem é v e n t o; É livre, leve e solta; É ar em m o v i m e n t o…

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