Essa poesia foi feita em 24/04/2004. Achei perdida nuns rascunhos escondidos de mim mesma. Mas apesar disso, essa poesia reflete a minha realidade neste momento. A realidade de estar em busca duma inspiração fugidia. Em busca de algo que eu não sei bem o que é…

Essência

Preciso de inspiração…
Mas não da que uso para escrever meus textos e poesias.
Quero de volta a inspiração para a vida!
Para olhar para trás e ver o quão bom foi meu dia.
Para sentir de volta alegria,
Até na hora de acordar.

Ah!
O que há?
Não sei mais o que faço…
Se estou só levando a vida
Ou realmente vivendo.
Onde está a essência?
Onde está a vivência?
Onde está a vontade de melhorar?

Se parar pra pensar:
“O que levei de bom desse tempo?”
Nada.
Não sobrou nada.
Nada do que fui,
Ou nada do que eu pensava que era.

Brisa Dalilla =24/04/2004=

entojo

entojo

É alma que não se cala; Palavra que tira de tempo; Transbordo de sentimentos... Não é sopro, nem é v e n t o; É livre, leve e solta; É ar em m o v i m e n t o…

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