Yearly Archives: 2008


que jeito?

acordei procurando minha alegria
e logo vi que era tarde
tarde demais para achar
algo bom pra se guardar
de tudo que existe.
hoje na casa vazia procurei você
e a cama fria (fria como meus pulsos
mortos, sem sangue, sem nada)
só aumentava a dor
não estancava a ferida
calada em meu peito
que jeito?
hoje na casa vazia
procurei meu sentido, meu sentir
e vi que a madeira fina que cobre nossas coisas
mentiu pra mim
me enganou de novo
levou pra longe tudo que havia de bom
e agora pergunto se é possível carregar tanta dor
num só peito
é possível?
não haverei de saber…
ah, me conte você!
porquê eu não consigo mais…

Brisa Dalilla =26/12/2008=


quinta quinta quinta quinta quinta

pára tudo, que eu tô entrando em estado de psicopatia galopante nível 5! hoje é quintaquintaquinta mas eu não consegui botar o pé pra fora de casa… argh! preciso de um banho gelado. preciso de uma bebida gelada. bebida! gelada! é isso! é isso! peraê… *corre pra buscar um copo de vinho* vinho seco… eca! alguém explica pra meu irmão que eu sou pobre de natureza! e pobre raiz bebe canção tinto suave e fica com ressaca de dois dias seguidos, segurando de um lado pro outro a cabeça quase em estado de elefantíase. diboua… diboua meeeeeishmo! quem é que fica em casa em pleno 25 de dezembro postando num blog, cujo nome é entojo!? quem, quem, quem? só moi aqui. *bebe mais um gole do vinho* pior você, caro colhéga, que se digna a ficar lendo minhas sandices assim, em pleno dia de caxassada pós ceia de natal. ó, ó, óóóóó… se ligue… *hic* caramba, vinho bom! *bebe mais um gole* mas sabe o que é pior que isso tudo, disso tudo? *hic* caramba denovo… esqueci o que ia dizer. e olhe só.. era uma idéia massa… era alguma coisa boa o que eu ia dizer. mas, segundo meu irmão, quando você esquece é porque não era importante. hoje é quintaquintaquinta! amanhá é sexta! e que diferença isso faz numa vida onde os dias estão todos iguais? nada! nenhuma diferençazinha pequenininha sequer. as pessoas, em teoria, devem se divertir nessas épocas festivas e tal. e quando eu entro na caralha do MSN só vejo nicks insatisfeitos com o natal, reclamando do natal, hostilizando o natal, e tal. pelo menos não tô sozinha nessa coisa meio de grinch… não sabem quem é o grinch? google me baby! até prrrq né, se você não sabe quem é este verde rapaz com certeza nem tevê aberta você assiste, caro colhéga. *mais um gole, hic!* vinho bommmm… ah, micalatéia… saudaaaaade. ô véi… se ligue. me empresta derréal aê. o vinho ta acabando… bom… mas deve ter mais algo aqui nessa casa pra se beber. *corre pra cozinha* rapaz, só achei catuaba (não bom pro momento abandonativo que me encontro), campari (o xarope pra garganta de gosto ruim que eu tomava quando era pequena, perde feio!) e três celvejas que sobraram do níver de ban. innnncrusível, boa festa aquela viu… boa boa boa. valeu mais que a semi-ceia daqui de casa e a noitada péssima na ballo. a última equipe de sobreviventes saiu daqui de casa 8 da manha, depois de um café da manhã com milkshake e coxinha da danúbio. dilícia! falando da noitada na ballo… ballo, pois é. todo ano amermacoisa. fico parada num canto qualquer, vendo as pessoas passarem. reconheço uns conhecidos do colégio, alguns chatos que nem posso cruzar o olhar e já querem vir falar comigo, um ou outro ex-ficante, ex-amor, ex-qualquer coisa. só dá pra perceber como o tempo passa, como as coisas mudam. acabou o vinho do copo, vou buscar mais. *caminha, se estabacando, pra cozinha* peraê, que já volto. tá passando greys anatomy. na tv de mamy *30 minutos depois* ahhhhhhhhhh! eu sou uma bebona, babona, chorona mesmo… o episódio de hoje era aquele em que grey segura uma bomba dentro do peito do cara. ela tá bem pra morrer e tal, e só consegue pensar no mcdreamy. no fim eles se encontram, é tãããão bonitinho (e tão triste). ela diz que antes de quase morrer só pensava em que não conseguia lembrar do último beijo deles. e ele descreve direitinho como foi, até como o cabelo dela tava cheirando. ai, ai, ai. eu lembro do último beijo da gente. mas nem cabe contar aqui, seu moço. olhe, grey, tô na briga, viu.. se vacilar eu roubo seu papel na série. tudamermacoisa. então… fico aqui. o vinho acabando, a noite acabando, a quinta acabando, coisas acabando o tempo todo. mas aí me lembro de uma coisa que diva me disse… que as coisas não terminam. elas ficam guardadinhas em algum lugar aqui dentro, maturanto, crescendo (ou diminuindo). mas não terminam. soube disso na hora exata em que ontem, olhei nos olhos do meu primeiro namoradinho, minha primeira paixão, bem de criança, e vi que ele lembrava das mesmas coisas que eu. sentia da mesma forma, sabe… os tempos são outros, o sentimento mudou, mas a parte bonita sempre fica ali, pra lembrar que estamos vivos ainda. as coisas mudam, modificam, se transformam, mas não terminam. a não ser esse texto tétrico, claro, que já passou da hora de terminar. beyjos, queijos e até o próximo surto.

filosofia 3

todo amor tem sua filosofia

criando mecanismos complicados
para fazer coisas tão simples

(e sempre há uma forma de aceitar
desde a cama vazia
até um confortante ninho de amor)

todo amor tem sua forma tardia
de dizer coisas que já
deveriam vir implícitas

(e sempre há um sabor diferente
uma resposta diferente
a tudo que se deve mudar)

todo amor tem seu tempo passado
misto de paixões, decepções
ou de casos mal terminados

(e sempre há um sentimento guardado
esperando a chance
de enfim, se mostrar)

todo amor tem uma febre ardida
uma mágoa sentida
de quem não quer se regenerar

(e sempre há uma força
que nos traz de volta à realidade
tranformando em presente, a saudade)…

Brisa Dalilla =25/12/2008=


quando outros falam por mim

“Junte uma palavra à outra com cuidado. Dê-lhes um bom motivo para que dancem juntas antes mesmo de tocar a melodia. Faça com que tenham paixão mesmo que o papel seja somente branco. Aqueça os sentimentos que as carregam para que deixem aqueles que as lerão trêmulos e sedentos por mais. Amacie as palavras duras, faça mais acidas as juras de amor, exponha os medos como se fossem ervas daninhas crescendo ao sol e esconda os dons para os olhos mais treinados. Deixe mensagens para serem decifradas somente por aqueles que conhecem a mão que escreve. Ponha tudo de si em cada historia, mas seja completamente impessoal com seus personagens. Revele-se sem medo com a certeza de que nunca ninguém saberá onde termina seu eu mais intimo e começa a ficção. Explore todos os sentimentos, aqueles que conhece e muito mais aqueles que pode adivinhar no rosto dos que o cercam todos os dias, dos que contam suas desgraças na tela da TV e daqueles que sentam, mudos e anônimos, em bancos de praça e sarjetas pela cidade. Junte uma palavra à outra sempre que for possível, ou melhor, o faça todos os dias mesmo que seus membros estejam doloridos e sua cabeça pareça cheia somente da idiotice e mesmice de seu dia a dia. Faça. Escreva sem medo. É somente quando escreve que se sente plena e feliz, quando sabe que todos os fios da teia estão bem presos em suas mãos. Abra uma nova pagina. Assim…. Boa menina…”

Autoria do blog com o pé na cova e surrupiado do sempre certeiro copy-paste


palácio das dores aladas

ela voava sozinha,
pairando desavisada.
mal sabia que entrara
no palácio das dores aladas.
.
elas a cercavam, num só coro,
e mais que rapidamente.
dores em diversas cores,
a mostravam mil sentimentos diferentes.
.
dores por cima de dores
cobertas no escuro, de luz prateada,
e a menina confusa e paralisada
seu pranto entoava (ou destoava…)
.
pequenas e singelas, povoando seu céu
iam caindo uma a uma, as dores
repousando ou jazindo, inertes
numa suja e silente folha de papel
.
refestelavam-se, divertidas, em cores
ao sentir sua dor tão pungente
achando graça de tantos horrores
que afetavam o coração pequenino e doente
.
as dores e suas infinitas cores,
mostram que nada acabou
que os tempos, espaços e as flores
crescem no vento do que sobrou
.
e que a vida há de ser, sim, colorida
em chegadas e breves partidas
para lembrar que o que vive é o amor
recheado das cores que trazem a dor.
.
Brisa Dalilla =21/12/2008=

reclamações de sexta-feira

acabada. cansada. precisando muuuuito dormir. 
espero que as próximas notícias aqui sejam:
“brisa dalilla é vista numa praia deserta, com um drink mar azul numa mão, cigarrinho na outra, curtindo as delícias de um bom banho de sol, para que a vitamina A retorne ao seu corpinho branco”
beyjos. titia vai descansar.

um estranho no google talk 3

Num dia lindo, loiro e japonês, eu estava olhando minha lista do Google Talk e me deparei com o nick de um tal enloucrescendo… Só pensei *Ué, meu pai… Enloucrescendo não é o nome daqueeeele blog das antigas que eu visitava? Quê qui qué ele aqui?* Mas, mesmo sem saber como raios ele entrou na minha lista, sendo que nunca trocamos e-mails (que me lembre) e que eu sou a tradicional visitante que nunca comenta, permanecendo invisível por anos e anos na blogosfera (ui!), deixei o bichinho lá. Quem sabe um dia eu não ia precisar falar com ele, né? Trivialidades randômicas da vida cotidiana… Ainda mais que dava pra rir com as mensagens de status dele dia após dia… O processo é que nos últimos dias o rapaz tá aparecendo na grande maioria dos blogs que eu visito com um vídeo bem peculiar (por sinal, muito muito peculiar!) e todos pedem para ajudá-lo a ganhar o tal Desafio LG. Então tá, não sou de participar de nada assim na net (preguicite aguda rulez), mas acho que o estranho do google talk merece. Interpretar a música de Flash Dance com aquele micro-short não pra qualquer mané, não (ou é, vai saber, né! hahaha)!!!!!!!!!!

And so, let’s go! Boa sorte aí, Black!

_____________________________________________

Estou ajudando o Ian Black para ele ganhar o Desafio LG , e por isso estou divulgando o vídeo RIDÍCULO dele dançando o tema do FLASHDANCE:

Quem quiser ajudá-lo, basta seguir as instruções no Enloucrescendo!


Lúdico? 1

Eu posso ouvir seus segredos, martelando em meus ouvidos, despertando meus sentidos, me alertando de perigos. Eu posso sim! Eu acabo sabendo de tudo que acontece (mesmo até as coisas que não acontecem). Às vezes minha imaginação vai mais longe, e eu brinco de ler seus pensamentos.
Vejo então que não há mais tempo, logo acabará o encanto, e fugirá da palma da mão o vão momento. Mas eu posso ouvir também seu coração, ele bate por mim, bem baixinho, bem de mansinho, mesmo que poucas vezes. Mas ele bate… Ainda há algo aí, não é? É… Eu sei. Ainda não se foi de todo, eu posso sentir!

Posso tentar te ouvir, sem mesmo estar o mínimo perto possível. Posso tentar te sentir… Sem tocar, sem ver, sem ouvir. E se me resta sonhar… Ah! Então vou sonhar! Com um dia que talvez nunca chegará… Mas ainda teimo em escrever contos de amor. Teimo em acreditar no amorTeimo em ser toda amor! Amor por ti, maior do que deveria sentir… Eu posso ouvir seus segredos, eu posso enumerar cada um de seus medos… Eu posso…

Ah, meu amor… Abandona tudo e vem viver de poesia comigo! Vem viver a vida que só é real em meus sonhos! Meu mundo paralelo, lúdico e etéreo Sair desse absurdo de mundo. Porquê não podemos viver só do lúdico? Das páginas amareladas pelo tempo, mas que guardam tanto sentimento. Sentimento tão igual quanto esse que guardo no peito, lado esquerdo, cheia de medo… Mas ainda cheia de amor


Brisa Dalilla =11/12/2008=


=] 2

Indo dormir super feliz! Mais uma vez os super-heróis de minha vida salvaram o dia… Beijos enormes de amor demais para (na ordem de chegada na minha casa, pra não ter panavuê no babado) Mi, Kaúla, Diva, Léo, Ed, Lay, Barreirinha e a Mamy, claro, que sempre tá no bolo doido, participando. Falando em booooolo, né… Caraca! Bolo de Tia Zu é sacanaaaagem! Muito bom! E falei tanto em Capitu no meio da minha depressão pré aniversário, que até esqueci de assistir. Na verdade, quando eu lembrei e tentei ver um tiquinho, Diva veio com a raquete de matar muriçoca me tirar da frente da TV! Ora, ora… *risos* Muitas histórias de motel, de consultas de ginecologista, revelações bombásticas e banda Flor da Pele contagiando a galera com seus hits da baixada. HAHAHA. Foi lindo, mô povo. Atenuou a situação afro-brasileira que tá pegando por aqui… Thanx again and again and again!

:]


sonho 1

Era um sonho lindo de criança.

Trufas, doces, cartas de amor,
Contos, músicas cheias de cor.

Mas ela acordou sozinha no escuro
E lhe fugiu a criança contente,
Ficando com seu medo pungente.

Era só choro, horror, solidão.
A menina assustada, de boneca na mão,
Agarrando com força qualquer companhia
Que a tire depressa da casa vazia.

Confusões infinitas, em tortos momentos,
Misturadas e perdidas nos vãos pensamentos.
Tudo amargo, fraco, sem cor,
No quarto fechado, sem gotas de amor.

Agora reze e peça, menina!
Que um dia Ele ouve, enfim.
Percebendo que o destino da moça,
Não há de ser esse fim.

Há de ser um sonho lindo de criança,
Música, dança e toda esperança,
Num campo florido, cheio de cor,
Com a companhia constante do esperado amor

Brisa Dalilla =08/12/2008=


previsões [im]previsíveis 2

Fim de ano… Natal… Reveillon… Tempo de festas, presentes, melação. Alguns vem com a famosa lista de promessas (academia na segunda, estudar, trabalhar mais, arranjar um namorado decente, coisa e tal)… Mas eu só consigo pensar em como as coisas vem se repetindo ano após ano. Mas, fora a falação e o nhém nhém nhém sentimental que me dá vontade de jogar aqui, vou me dignar apenas a contar como foi emocionante meu último reveillon. Estava numa época realmente interessante, trabalhando no Tabocas Restaurante, me divertindo muito! Mas vocês já sabem que com mulher, a maioria das coisas que envolvem diversão e felicidade envolvem homem também. E tenho que dizer que estava ficando com um carinha que era um sonho. De apaixonar. Vamos chamá-lo de Chatinho, pra facilitar. Tava tudo lindo, loiro e maravilhoso… Dinheiro, trabalho, diversão, sexo, carinhos. O que eu ia querer mais? Como perseguida de Murphy que sou, tenho medo até de dizer isso… Depois sempre vem merda… O Chatinho estava planejando um reveillon perfeito pra nós… Ele tinha comentado isso até com minha mãe, vejam só a seriedade. Ia ser numa praia linda, que eu nem sabia o nome, regado a muito vinho canção e reggae (bem típico, se for analisar o perfil do rapaz). Mas aí entra o problema. Eu só ia ser liberada do trabalho no dia 30. Tinha até conseguido uma folga pro dia 29. Aí dava pra viajar de boa. Mas percebi, tardiamente, que o Chatinho tava se esquivando. Começando a dar aquelas fugidas de assunto típicas de macho. Eu até já deveria ser escolada nisso, mas acabei dando um crédito e acreditando na máxima do`Ele não vai fazer isso comigo…`. Tolinha… No dia 29 ele disse que passaria em minha casa para acertar os detalhes. Quando, no dia 29 mesmo, eu tentei ligar pro celular dele… Você atendeu? Nem ele… Caixa postal na veia… Eu já deveria esperar…. Se picou no mundo e me largou chupando dedo! Quando vi já era 31 de dezembro, e eu desesperada, em Itabuna, calor da porra, só com 7 reais no bolso (não consegui fazer um vale no trabalho). Pensei `Caralho! Será que eu mereço?`! Tinha que fazer algo… Peguei meus 7 conto e gastei numa passagem pra Olivença, onde sabia que seria amparada por meu lindo irmão e por amigos meus que nunca me deixam na mão (nesse caso estou jogando a bola pra Stanley, eterno salvador da pátria! rs). Certo, cheguei em Olivença, caxassa por conta da galera da casa… Tudo lindo, loiro e japonês… Quando uma menina da turma me fala que TODOS iam pra festa do Batuba Beach. Nesse momento eu devia ter apenas uns 50 centavos no bolso. Fodida e meia. Ia ficar na praça, olhando os fogos e ouvindo o show de longe, amparada por um hippie qualquer… Mas não me fiz de rogada… Tomei meu banhinho, botei o short mais sacaninha, com uma blusinha idem e fui pra porta do Batuba. Nesse momento vocês devem estar pensando `Será que ela vai rodar bolsinha, meu pai eterno?`… Não, pessoas… Ainda não cheguei nesse nível. Fiquei parada num lugar estratégico da porta. Sondei a área, pra ver se não tinha nenhum produtor conhecido. Já tinha identificado um amigão meu entregando as pulseiras do camarote (a quem, numa hora de desespero, super vale apelar). Esperei, esperei, esperei (insira muitas horas nada legais aí). Quando vi meu salvador! Um produtor amigo com que eu trabalhei há muito tempo e que estava na organização da festa. Bingo! Essa era a hora da velha cara de pau! Ele pergunta o que eu tava fazendo ali. E eu `Ah, Fulaninho. Tô esperando a galera chegar pra entrar. Mas já tô agoniada, porque eles tão com meu ingresso e nada deles chegarem…`. Ele prontamente ´Ué, não precisa esperar não. Não vou deixar você aqui fora de bobeira. Entra comigo! O seu é camarote, claro né?`, e eu `Claaaaro, né!`… Entrei lindamente e fui me instalar no camarote. Ri-que-za de meu Deus! Whisky a rodo, pessoas chiques e lindas da high society ilheense/itabunense, as tradicionais patricinhas da categoria bisca-trance (piriguete de rave) vindas especialmente de Salvador Bahia, gatchénhos malhadjénhos e a tradicional velharia que se junta no canto do camarote pra reclamar do ano que passou e dizer que `No meu tempo era melhor…`. Enchi a cara com o máximo de whisky que pude (já que não podia descer com o copo) e fui ver a queima de fogos lá da pista. Escolhi um cantinho mais calmo e comecei a reavaliar o ano que tinha passado. O retorno da minha aventura/perrengue em Conquista, as tentativas de me reerguer aqui nessa cidade, os mesmos erros, iguaizinhos em suma, mas cometidos de formas diferentes. E, last but not least, o fato de que eu estava me apaixonando pelo Chatinho que me largou sozinha no reveillon. Foi aí que eu prontamente decidi: ‘Vou desapaixonar!’. Sei que não é simplesmente assim, super facinho. Mas eu tinha que começar por algum lugar, né? E um cara que faz isso não merece porra nenhuma de mim… Aí fui correr atrás de me divertir até porque, afinal, eu merecia um descanso, né? E tome-lhe whisky, e tome-lhe beijo na boca e tome-lhe Lordão!!!! Vale salientar que, a parte mais importante dessa tríade citada anteriormente é Lordão, marréclaro! Nenhuma outra coisa no mundo (além de polenguinho *-*) é capaz de me animar tão rapidamente! E foi Lordão na veia até o dia amanhecer! Bom, começar o ano bêbada de feliz (e de whisky) já foi uma evolução. Normalmente meu aniversário e o reveillon têm sido datas depressivas (oh cels! e o aniversário tá chegando… :P). Podemos dizer então que meu 2008 começou com saldo positivo… Foi um ano difícil para caramba!!! Mas as coisas que ele me trouxe até agora eu vou levar guardadinhas comigo. Amores, dores, quedas e tudo mais. E vamos pedir pra que 2009 supere todos os anos que já passaram, como todo ano eu espero que seja.

:* muá muá, entojinhoos.lei como vai ser o reveillon desse ano. Na verdade não sei bem ainda… Por hora sei somente que será como todos os outros: sem planejamento, com muitas surpresas e se Deus quiser (e va

Reveillon Batuba Beach 2007/2008

"dia supimpa" 4

acorda percebendo que dormiu numa posição errada, o que te deu uma baita dor nas costas. tá cheia de coisa pra fazer e a conexão da net tá uma merda. sua mãe viajou. os periquitos estão fazendo um auê insuportável lá fora. você sai pra almoçar e no intervalo de uns 10 minutos passa mal e desmaia três vezes. recebe a notícia de um médico que ajudou, que você pode estar anêmica. volta pra casa e os periquitos continuam no auê. o documento que você tá trabalhando tá dando falha o tempo todo. conexão continua uma merda. recebe ligação que em teoria devia te acalmar e confortar disso tudo, mas o que vem de lá é pura falta de paciência. toma remédio pra uma cólica infernal que te incomoda desde cedo. chora e ri, olhando pro teto, até porque sua carência e a TDM colaboraram pra isso tudo… e blá blá blá blá porque ainda faltam algumas horas pra esse dia acabar. tomara que chova canivete hoje, itabuna inunde e que venha logo o fim do mundo e acabe com essa porra. belo dia prum juízo final. e não venha reclamar não que o blog é meu, desabafo o que eu quiser. hunft! cada uma…