Mensageiro dos Anjos


O mensageiro dos anjos
Com seu cabelo lilás
Aperreava os demônios
Que habitam as catedrais
Do meu peito de menina

O deus pai da preguiça
Falava tão devagar
Era o sussurro da brisa
Era o balanço do mar

Como uma estrela cadente
Entrou na minha morada
Bebeu de minha saliva
Saiu e não disse nada

E eu fiquei sem demônios
Um anjo torto marcado
No céu da boca, no peito
No meu corpo tatuado”

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Que Alceu permita-me as mudanças em sua música…


Sobre entojo

É alma que não se cala; Palavra que tira de tempo; Transbordo de sentimentos... Não é sopro, nem é v e n t o; É livre, leve e solta; É ar em m o v i m e n t o…

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