Arquivo diário: março 6, 2010


Republicando: Sobre microvestidos supersensuais 1

No Republicando de hoje, vamos rever a crítica ao caso Geisy Arruda, nossa eterna sub-celebridade da Uniban.
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Fui comentar num post do Um Passinho à Frente, Faz Favor, sobre o caso Geisy (Geysi, Geise, Geyse. Não sei a versão certa desse nome lindo de D’us) X UNIBAN. Daí que eu gostei tanto da opinião do Eden que desabei a escrever compulsivamente, o que gerou esse comentário enorme, abaixo reproduzido pra quem quiser ver. 
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Tudo isso só pra explicar minha preguiça de fazer um post sobre… Daí vou me aproveitando desses momentos raros de vontade de falar sobre assuntos polêmicos. Já avisando que está tudo na íntegra, escrevi e dei ENTER. Se tiver algum erro, já foi. E recomendo que leiam o post dele antes, pra entender o contexto. Bom, vamos parar de enrolação e ir ao comentário logo:  
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Poxa, de longe a melhor opinião sobre o caso Uniban! Já vou avisando que não vou opinar aqui sobre a atitude dos alunos e faculdade, deplorável até. É indiscutível que todos na história tiveram sua parcela de culpa (Uniban, alunos, Geisy). Não vou ficar repetindo o mesmo bla bla bla que todo mundo já sabe…
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Quanto à Geisy… Olha…. Sou mulher, uso roupas curtas quando quero, mas uso meu desconfiômetro pra saber o lugar que eu posso pagar de gostosa. Porquê, gente, tá óbvio que a Geisy é daquelas que só sabem pagar de gostosa e acham que isso é a melhor coisa do mundo. Vulgaridade define.
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Vou numa praia? Boto uma saia mais curta. Vou numa festa à tarde, no maior sol? Boto um short mais curto. Tudo tem hora e lugar! E olha que eu moro no sul da Bahia, calor infernal, abafado! Mas não vou dar a louca de ir pra faculdade toda coladinha e quase mostrando a bunda. Dá um tempo, né?
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Quando as defensoras de Geisy vieram rebater, dizendo que era direito dela andar com o vestido, blá blá blá… só fiz uma observação, pensem comigo: quem está numa faculdade quer entrar para o mercado de trabalho, ser respeitado como profissional, etc etc. Que tipo de respeito uma Geisy, que trabalhava num mercadinho perto da faculdade com aquele vestido, vai impor pra alguém?
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Que olheiro de empresa vai se interessar no perfil dela? Será que ela vai fazer uma entrevista de emprego com um vestido daqueles? No máximo passa no teste do sofá. É isso que as mulheres revoltadas tem que entender, você só recebe respeito quando impõe respeito. Queimaram tanto sutiã há anos atrás pra exigir respeito, participação igualitária, e tantas outras coisas que temos hoje. Então porque não valorizar isso da forma certa?
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Mas dá pra ver que desconfiômetro não é uma coisa que vem de fábrica. O orkut ta aí pra mostrar isso (acessando o http://www.blogdapga.com.br dá pra entender melhor). Bom, finalizando o caso Geisy, já que ela faz turismo, no máximo daria pra se especializar em turismo sexual
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E digo mais, já foi na Luciana Gimenez. Pra Sexy é um pulo!

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É bom que isso me deu a inspiração certa pra fazer o post que eu ensaio há tanto tempo sobre  meu ódio às feministas. Vou ver se sai até amanhã.