Monthly Archives: January 2011


eu superestimo pessoas

precisava não precisar de nada
não precisar de nada
não esperar nada
de nada mais
nunca. nada

queria não querer nada
não querer nada
nem sonhar nada
de nada mais
nunca. nada

e no fim não sentir mais nada
enfim não sentir nada
não esperar nada
de nada mais
nunca. nada

nada mais.


cucucucucucucucucucucucucucu 6

eu poderia repetir cu quantas vezes fosse possível e ainda assim não conseguiria traduzir o quanto esta caralha desalmada desse dia está um CU. e era pra ser um dia maravilhoso. acordei bonita (mulheres me entenderão). o show da amy wino tá ali, lindo, loiro, japonês, nas bocas, pertinho, há pouquíssississimas horas de distância, mas eu só consigo pensar em desligar o dia. rebobinar a fita. voltar no tempo e tal e pá.

pra começar, acordei umas 452 mil vezes de madrugada, ensopada de suor (alô 40º do inferno!) e toda picada de muriçocas (é… é… é… esses seres vampíricos que me perseguem). como sempre, minhas duas opções eram: 1 – dormir de janela fechada, evitar as picadas (ma oe) e MORRER DE CALOR; 2 – dormir de janela aberta e ser toda picada (me sentindo num filme pornô, só que ao contrário) e não transformar meu quarto em sauna. mas fudeu tudo, dormi de janela aberta, o ventilador não deu conta e eu morri das duas coisas. PRONTO. boa forma de ser começar o dia. não dormindo.

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