clichê 1


tô eu lá de boa bebendo meu campari e do nada um cara começa a conversar comigo dizendo que queria me “paquerar”. e eu só consegui pensar “quem raios fala paquerar nos dias de hoje pelamordedeus?”. não só pensei, como falei em voz alta. típico. não sei exatamente como se deu o próximo momento porque eu devia estar muito bêbada e, poxa, era um acampamento, tava todo mundo meio sem noção, louco e vocês já sabem.

só sei que teve esse cara que me salvou do paquerador, começou a conversar e em dado momento ficou olhando pra mim sem dizer nada. às vezes eu acho que foram dias, anos, milênios. porra de momento que não acabava! seria bom mesmo se não acabasse, viu? tava legal ficar ali parada só olhando e tal.

não aprofundando nas coisas porque eu tenho problemas em aprofundar (e por favor não pense besteira) nas histórias, o que se seguiu foi uma sucessão de momentos lindos, loucos e emocionantes. e nego sabe que pra chegar nesses momentos lindos eu passei pela batalha dificílima de ter que ir no ebsp, num evento de sex shop e no capão redondo, só pra poder ficar com esse rapaz. sou muito esforçada.

agora temos uma casa, dois gatos L-I-N-D-O-S e uma vida juntos que vem de uma convivência tão fantástica que eu nem conto mais porque teria que derramar mais um balde de clichê por aqui.

nego, obrigada por fazer meus dias mais felizes. te amo e não é pouco. feliz dia dos namorados. <3

<3

 

___________

About entojo

É alma que não se cala; Palavra que tira de tempo; Transbordo de sentimentos... Não é sopro, nem é v e n t o; É livre, leve e solta; É ar em m o v i m e n t o…


Leave a comment

Your email address will not be published. Required fields are marked *

One thought on “clichê