entojos


oi você. 5

você mesmo. que me olha e não me vê. que não enxerga e não me lê.

não me lê e não me entende.

você que deveria ser mais. você que costumava ser tudo e agora nada faz.

você por quem despedaço cada fio de aço de minha proteção.

você que não vê céus nem pisa no chão.

você que não me entende.

a quem me mostro e não me sente.

que não busca entender nem ver nem querer.

você, que mesmo de óculos não vê!

você. quem é mesmo você?

é quem é, até deixar de ser.


whatever 2

isso tudo poderia ser simples. poderia não me fazer tão abatida, tão fraca, tão suscetível. isso tudo poderia ser tão fácil. não precisaria ninguém sofrer, chorar ou ficar com a sensação de perda, de falta… isso tudo poderia ser tão mais vivo, vívido ou até mais vivido. poderia ser mais, simplesmente por ser, mesmo sem motivo aparente ou satisfação a dar para o mundo. poderia ser tão intenso, quanto os poucos momentos de luz fraca, sons inebriantes, lençóis novos e sensações indiscretas. isso poderia ser tão lindo, tão gostoso, tão sem palavras como as palavras que ninguém nunca consegue dizer. mas fica aqui o sentimento indigesto, a conversa travada, o dito pelo não dito. sobra uma tristeza estranha, uma indecisão tacanha e a vontade de fazer alguma coisa diferente pra que as coisas, então, sejam diferentes. resta a visão opaca de tantas lágrimas, o gosto amargo de não ter mais gosto algum e a certeza de que nenhuma certeza há de vingar.


trivialidades randômicas e características estranhas do surto

quando a gente surta parece que, além de louca, fica cega, surda e sem entender um palmo de coisas embaixo do nariz. ohhh, that’s the truth. é o esquema de “a dor é minha mesmo, é enorme, é maior que a de todo mundo porque é minha (ora bolas!) e foda-se quem achar errado”. sim, acabei de descrever meus surtos. reconheceu? porque não é só de pollyanismo que vive a pessoa, né? e às vezes, mesmo com o otimismo todo que me acompanha, eu fraquejo, sinto o chão sair dos pés e surto (lindamente, loiramente e japonesamente). normalmente quem fica perto nesses surtos e não consegue segurar a barra ou não entende como é passar por isso, sofre até mais que eu. e pensem que os surtos de hoje são bem menores que os de antigamente. sinta o drama…

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eu gosto de ir embora, mas não gosto de me despedir 17

como assim, bial? vam lá. explico. eu detesto ser a que fica. sempre tive esse pavor. talvez por vir de uma cidade cretina micro mini, enfiada no cu do sul da bahia (alô terra do cacau, um beijo =*). o negócio mermo é que eu cresci vendo grandes talentos, parados e perdidos na cidade micro mini, sendo sugados pela preguiça e excesso de safadeza itabunenses e, finalmente, morrendo na praia (que nem praia é). tanta gente que eu imaginava “caramba, esse cara vai ser sucesso!” virando só mais um no meio da high society que sofre mais do que o povo desse tumblr, mesmo tendo todas as possibilidades e oportunidades de ser mais.

abre parêntese (óbvio que eu sei que, para existir as gentes que perseguem o sucesso e não param no meio do caminho, tem que existir as gentes que ficam. eu tô ligada que nem todas as pessoas que ficam, ficam por incompetência. cada um escolhe o que quer ser e onde quer ser e como quer ser, né não? o que me frustrava (e ainda frustra) era ver as poucas pessoas que eu apostava, ficando pra trás por medo de ser – mais, quem sabe? – feliz) fecha parêntese.

daí que eu comecei cedo essa coisa de ser meio andarilha e de não querer dar conversa pro paradeiro. foi uma sucessão de quebrar a cara e me fuder (not in a good way) por aê. mas no fim das contas eu acabei levando um monte de coisa boa dessas experiências. mas o que eu ainda não aprendi a gostar é da tal da despedida. certa vez eu fui morar em vitória da conquista (falo isso como se tivesse ido mil vezes morar lá, né? mai dexa queto, que esse é meu jeitinho peculiar de escrever [/xuxa]). daí que eu fiz uma mega despedida, brisa fest daqueles de parar a cidade e/ou mudar o rumo dos planetas do sistema solar e fui-me embora pra pasárgada.

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meu mundo gira em torno de você? oi? 20

~do começo sem começo até o fim sem fim.

cuido de você, meu bem, você cuida de mim~

kid abelha

eu sou cretina. quem me conhece sabe que eu amo usar essa palavra. apesar do significado usual dela ser ‘uma pessoa de pouca inteligência ou estúpida‘, meu ser cretina vai mais pro lado de ser uma pessoa que faz merda mesmo. ah, e o conceito é meu, pronto e acabou. se não gostou, vá inventar o seu. eu faço merda todos os dias. e sei que é cretinice. eu erro pra caralho. tomo na cara diversas vezes (viaje no sentido que quiser, catso!), mas no fim tento tirar algo de válido daquilo. porque é vida que segue, né? ficar parada chorando as pitangas, sentada no meio fio não vai adiantar de porra nenhuma. me quebrando e continuando. tudo manêro…

comecei esse texto mais pra ilustrar uma lembrança. já que me enxergo agora como há exatos 5 anos: no meio dum redemoinho de gente sem noção. eu – nativa de itabuna/baêa – lá pras épocas de 2005-2006, resolvi mudar de ares. novo trabalho, novas pessoas e turmas a conhecer. e me encantei de automático com uma turminha super alterna e gente boa, de ilhéus. muitas saídas, festinhas particulares, cachaças homéricas, papos descolados. eu tava na crista da onda. pô. quem conhece a galere de ilhéus sabe que eles são mega fechados. seletchividadche. que pra “entrar” no grupo, precisava quase de autorização oficial em três vias e reconhecida firma. mas bem, eu entrei pela porta lateral, entretida de amores por um dos principais elos da turma. e pronto, brisa feliz.

mas… passa tempo e passa tempo, o tempo passou, as relações mudaram e eu vi o outro lado da moeda.

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não sei mais escrever 1

definitivamente eu consegui desaprender a escrever. acho que agora está acontecendo o que eu mais tinha medo… eu já não sei mais falar. desaprendi a me expressar. não consigo coordenar frase alguma sem me embolar toda e falar tudo ao contrário, ou sem cair no choro (e querer me enfiar num buraco no chão). agora eu não sei mais escrever. pronto, satisfeito? aí você pergunta “porra, mô véi… comé que não sabe mais se tá aqui escrevendo, sua cretina louca?”. é que eu não sei mais usar metáforas. isso é o ápice de perder a mão na escrita. não sei mais enfiar dentro de frases, palavras e sílabas o viés do meu pensamento. perdi a arte de escrever para que só eu entendesse. perdi a propriedade de falar de coisas que pra mim eram simples. não que o ato de escrever seja igual a esconder ou apenas dizer baboseiras, cara pálida. mas nem tudo que eu digo, quero que seja compreendido de fato. ou que seja sério. e olha, eu sabia fazer isso tudo, meu caro. eu sabia fazer poesia como ninguém. eu sabia até recitar! sabia misturar realidade e ficção em cada conto meloso e crônica dolorosa posta no papel. sabia ser como todo escritor de fato é: mentiroso, arteiro, construidor de castelos de palavras. eu acho que no fundo isso tudo é culpa de lula. é, o nosso amado lulinha paz e amor, ex-presidente desse brasil varonil. ele conseguiu a façanha de me fez odiar metáforas. me fez sacanear todas as analogias que eu ouvia, como mais ninguém conseguiu. e aí que eu perdi a mão (da mesma forma que perco o viço de tempos em tempos). pronto, acho que é bem isso. meu texto reflete meu momento e esse é meu momento. não sei falar, não sei escrever e não sei de mais porra nenhuma nesse caralho desse cu. e se você não está acostumado com os palavrões, não se assuste. talvez eles tenham sido a única coisa que permaneceu. até quando, né? nobody knows. então vão curtir a sexta-feira de vocês, que – se você está lendo isso agora, pessoinha manêra do meu coração mole – você é um desocupado ou um foreveralone da vida. e se não sei mais escrever, você não devia me ler. então se plante e vá arranjar o que fazer, meu filho. tchau e bença (e em bom baianês, que é pra não perder o costume).


ao querer

“desejaria coisa alguma no lugar da quietude. que me preencham ventos e horas que passam, e que ao mesmo tempo me esvaziem deste cheio confuso e irreal. não sou esta que estranha os caminhos, que não sabe aonde ir e que enfrenta com frouxidão estar só – e perde. não sou eu de palavras tão puramente tristes, de encontros tão puramente superficiais, de imagens tão puramente espelhadas. não sou eu o que mostro ser, só não sei eu, aonde fui.”

via


constatações sobre constatações 1

as coisas nunca acabam.
amores são amores enquanto eternos, não infinitos.
situações chatas são facilmente contornadas quando precedem uma boa noite de sexo.
homens são tão complicados quanto mulheres, depende do referencial.
– 70% das pessoas que se dizem felizes, são miseráveis.
– 70% das pessoas que se dizem miseráveis, são ricas e infelizes.
– 70% das pessoas que são felizes, não dizem nada.
– 70% é um bom número aleatório quando você não fez a pesquisa propriamente dita.
o tempo cura o que tem de curar.
feridas não curadas são como portas abertas, cheias de olhos a espiar.
compatibilidade musical condiz com 90% de um relacionamento.
e sexo é uma intersecção entre todas as outras variáveis (não há como medir em porcentagem, mesmo que aleatória e apressada).
– beleza física é importante quando não há nada mais a considerar.
– sexo de qualidade e carinho estão intimamente ligados, mesmo que você não queira (ou espere que estejam).
– a vida é bela e as pessoas são legais.
– se você não acreditar na premissa acima, pode começar a se estressar constantemente pelo resto de seus dias.
todos os momentos são únicos e merecem ser vividos como tal (amores, dores, alegrias, ressentimentos, etc).
as coisas nunca acabam e, olha, nem as conjecturas sobre conjecturas deveriam acabar.

textos como esse merecem ser lidos, repetidos, imprimidos e levados na carteira, para que todo dia você possa se deparar com sua próprias verdades, fixá-las, aprendê-las e ser quem você é, doa a quem doer. inclusive você.


tinto. 1

era difícil respirar naquele espaço ínfimo. ainda mais sendo o espaço ínfimo dentro de si mesma. era escuro e nefasto, como os sonhos/pesadelos que embalavam a noite. mas ele era sutil e silencioso. chegava bem manso, bem lento, rastejando como animal em caça ao encontro dos seus sentidos. e era belo e alvo, calmo e desvairado. era a personificação da fome de sentidos desconexos e impactantes naquele mesmo espaço ínfimo dentro de si. “mas a fome era maior que a alvura e uma lembrança me atingiu como um cheiro.”*

um cheiro tinto. em vermelho denso. mas ainda assim um cheiro.

 

*trecho de por esquecimento – samarone lima.


let me be breeze 5

Pra ler ouvindo: http://goo.gl/7K4J

E aí que você se apaixona por uma coisa não palpável. Uma brisa bem suave numa tarde quente de domingo. Você sente profundamente a impressão em seu rosto. Você quer ter aquilo para si, aquela sensação diferente, todo o tempo, todo minuto, todo segundo, por toda a vida. Mas eu te pergunto: você consegue prender uma brisa suave em suas mãos? Diga-me sinceramente, do ponto de vista biológico, físico, químico da coisa. Consegue isso? Não… Claro que não. Você sente a brisa, você se delicia com o vento e a sensação de frescor que ela lhe proporciona. Você pede que na tarde de calor de segunda-feira a mesma brisa venha lhe trazer as mesmas sensações. Você divide a brisa com seu mundo, com outras pessoas, outros lugares, outros tempos, outros momentos. Divide o calor que está sentindo e ao mesmo tempo em que ela vem aplacá-lo, você quer que volte a fazer o mesmo calor (ou pior, até), para que ela volte e volte e volte. Recorrentemente. Construa um forte, uma sala fechada, isolada de tudo e prenda a brisa. Vamos lá, quero ver… Quero ver você prendê-la mesmo. Ou então – se não conseguir – faça com que ela entre pela porta e fique rodando, fechada, silenciosa, sutil, tentando aplacar um calor inexistente. Você pode fazer isso? Diga-me, do fundo da sua alma, você pode? Pode ser que crie uma forma mecânica de fazer com que ela continue a soprar. Mas não é isso que você quer, não é? Você quer a mesma combinação estranha de frescor, força e suavidade. Você quer a sutileza e dança confusa da brisa de verdade. Você, no fundo, quer tudo que poderia sentir se a brisa estivesse livre. Sendo o que deve ser e o que foi criada para ser. Ora uma rajada suave. Ora tufão em agitação contínua. Ora um vento fraco e agradável. Brisa. Apenas brisa.


A lagarta 2

Eu não quero mais olhar pra trás e ver que deixei tantas partes de mim perdidas no caminho. Ando buscando entre recortes e arquivos antigos, cada pedaço esquecido, cada sonho adiado, cada passo mal dado. Sei que não posso refazer tudo, remontar cada chance deixada de lado. É impossível. Mas é possível voltar a ter uma postura diferente. Voltar a ser menos Brisa, mais Dalilla, não sei. Não sei bem se é por aí. Mas a vontade de me retomar, de me refazer, de renascer está tão latente em mim que às vezes penso que vou explodir de vontade. E desde quando eu sou pessoa de passar vontade, né? Quem me conhece sabe… Quem me lê também sabe. Nunca fui. Sempre consegui me definir como “uma pessoa movida por vontade”. Me arrepia só de pensar que posso estar me perdendo dentro de mim mesma. Camuflando minha verdade para assumir a verdade mais conveniente… Mais fácil. Eu nunca tive nada fácil e nunca fui uma pessoa fácil. Sou formada em “Fundo do Poço”, pós graduada em “Achar a Mola” e mestre em “Renascer das Cinzas”. Não posso me deixar reprovar justamente nas coisas que mais passei e aprendi na vida. Então esse é o ponto chave: retomada. Cada um que me lê aqui vai entender de uma forma. Uns vão pensar que eu vou pegar minha mochila e sair no mundo sozinha, outros que eu vou buscar uma nova área pra trabalhar. O certo é que pouquíssimas pessoas sabem o processo que opera neste momento dentro de mim. E pense que talvez, apenas talvez, você não seja uma delas.


Old Diaries 2

Escrito em 26/04/2010 20:00 – comentários pós texto em cinza.

Já que não tenho patavina pra fazer mesmo, passei o dia relendo meus diários (“Diário não, agenda! Diário é coisa de guria!” [/DeaLemos] Ok, agendas.) e tendo acessos de riso e vergonha alheia. Se é que eu posso realmente usar o termo vergonha ALHEIA, já que a vergonha é de mim mesma há anos atrás. Bem… Continuando…

É legal quando você vê que a vida é mesmo cíclica, o mundo é uma bola e que não vamos cair quando chegarmos ao “fim do mar”. Bendito seja Galileu. Errrr… Ok, vamos ao fato de que minha vida continua ridícula e cômica, merecendo ganhar uma sitcom ao estilo de Two and a Half Man ou Friends, com direito àquelas risadinhas de fundo ao fim de cada piada escrota.

Porque ó, quer saber de escrotidão? Pergunte pra a especialista em lidar com situações escrotas, a mamãe aqui! PAUSE – Apenas para dizer que a MTV tá parecendo o shuffle do Winamp, escolhendo exatamente músicas da época pra animar o escrevinhamento desse texto – PLAY. Entããããão… Voltando. Minha mais nova teoria é de que, uma vez tendo uma vida escrota, sua vida para sempre escrota será. Não é possível que seja diferente! Se for, é melhor eu me matar logo. Ou começar a fazer shows de stand up comedy. *Deprimente*

Até pensei “Ó, vou voltar a fazer as honras com o Entojo e postar minhas situações de merda, pro povo rir de minha cara e achar bem legal ter uma vida de merda”. Mas ó, nem te conto. Minha vida tá tão merda que nem internet eu tenho nesse momento. Esse texto amável Será postado depois que eu conseguir DINHEIRO ou DIGNIDADE suficientes para pagar minhas contas e parar de receber ligações de cobrança. [No caso, eu vim roubar internet na casa de minha AVÓ. Digno, hã?]

Se bem que eu levo o ônus de estar sendo a rainha do gerúndio uma cobradora chata também, já que fiz uns bicos de ajudante de fotógrafa (ou produtora, como quiser) e não recebi o pagamento até então. Sabe, né… Neguinho que faz serviço pra prefeitura tem que se fuder mesmo. Se bem que em Itabuna é um reino onde a maioria das empresas age como a prefeitura: PAGA MAL ou NÃO PAGA. Ou seja, bico ou carteira assinada se transforma em TUDOAMESMAMERDA.

Incrivelmente me perdi no texto. Tô me sentindo nas aulas de redação do 3º ano, onde a professora cretina gritava “Não pode perder o foco! É tudo sobre foco! Se você fugir do assunto, nada de passar no vestibular!!!”. Pois é professora, pra você ver o quanto eu era focada. Passei numa particular, esqueci que tinha ficado por 9 na pública e não olhei as outras chamadas. SMART GIRL. Agora sim posso me comparar, feliz a satisfeita a ELIÉSER. Só falta eu ir pro BBB e mostrar o quão smartona eu sou.

Mas ainda tenho futuro. Bem já disse o Bial que as pessoas mais interessantes que ele conhece tem 40 anos e ainda não sabem o que fazer da vida. A única e sutil diferença é que essas pessoas bem provavelmente tem DINHEIRO pra pagar as contas. E também que não dá mais pra confiar no Bial.

Mas ó, não vou reclamar (mais) não. Ainda não cortaram a TV a Cabo, talvez a internet volte amanhã e dia 30 eu recebo a penúltima parcela do meu seguro desemprego. Mesmo sabendo que a grana vai toda pro cartão de crédito eu tô bem. Vou ficar aproximadamente 15 segundos com uma soma de dinheiro que eu não vejo há meses na mão. E vou renovar o limite do cartão. O que nos leva a um loop eterno de contas a pagar. Quer vida melhor, amigão?

=DDDD

Ps: Talvez no próximo post eu retome o assunto que eu comeceAhhhhh! Tá passando o clipe de “It’s Raining Men” com Ru Paul na MTV aeeeeeeeeeeeeeeee Nada melhor que uma música gay pra animar pra você vera noite. Vou tomar mais vinho Canção. Ainda tem uma garrafa. Abs


Repercussão ão ão ão […] 9

Senta aí, que lá vem post grande. É gente… Desde o último post muuuuita coisa aconteceu por aqui, né?. Tô tontinha ainda… Primeiramente a quantidade de visitas a este – sempre humilde – blog, que pularam de míseras 15 a 20 por dia (quando muito!) para mais de 2 mil!!
E isso porque eu tô olhando o relatório de anteontem… Hoje o negócio esquenta mais ainda, porque o pessoal que tava fora no final de semana volta querendo se inteirar de tudo. Ou seja, mais coisas vem por aí!

odeio odeio odeio 5

ESTOU COM UMA RAIVA MORTAL DA DELL. Os cretinos mudaram o prazo de entrega do meu notebook para 18/03!!!! Peças faltantes, disseram. Isso quer dizer que como eu já esperava ansiosamente por longos e terríveis 20 dias, vou ter que amargar mais o que… Xô fazer as contas… Noves fora whatever… 18 dias? é isso? mais 18 dias! É, essa merece um fffffffffffuuuuuuuuuuuuuu!



ok, eu já sabia que isso ia acontecer comigo. ‘naonde’ que euzinha ia ser a sortuda que recebe na data certa, né? ‘NAONDE’????? mais uma vez entro nas estatísticas de clientes quase totalmente insatisfeitos com a Dell. Bom, pra dizer que estou insatisfeita mesmo só se o notebook der defeito com menos de 1 an… Ops! melhor não falar nisso. Vai que acontece, né?
Grrr!
Fui! Vocês não merecem falar comigo nem com a minha raiva!