entojos


e-mail demais pra mim 1

olha só. sumida estou porque não entra na minha cabeça ficar postando mais do computador “dos outros”. com a iminência do meu notebook lindo e roxo chegar eu tô numa agoniiiia a ficar compartilhando… é como se eu só pudesse fazer certas coisas no note, sabe… tô doida? grandes chances. mas ó, pelo menos eu agora sou uma doida realizada “informaticamente”. mesmo que o agora seja daqui há 10 dias. beijos, já me voy. :*


;,(

Estréia do BBB e eu em casa (não a minha e sim a de meu avô) sem internet, sem poder ver os livebloggings da vida com toooodas as piadas que eu vou demorar um manhã inteira de procrastinação pra ver.

L’ife’s not fair. NOT FAIR!


Desconfiômetro? 4

Hoje, a expressão “volúpia pura” ganhou um novo sentido… Lucas Celebridade, o “Clamor Luzilandense” resolveu mostrar novamente sua “beleza exótica” em um ensaio “sensual”. Tema? Reciclagem. Cliquem na imagem e sintam o prazer que vem de lucas (ai…).
.
Me perdoem o excesso de aspas. Mas não teve outro jeito…




Sensualidade define, né? NOT!

Besta é tu

Roberta me ensinou e até hoje não me esqueço… A forma mais fácil de expurgar seus demônios e mandar os chatos às favas (sem perder a classe, claro) é cantando a famosa música de Novos Baianos:

“Besta é tu, besta é tu…”

reflexões flexíveis de quarta-feira

Os sentimentos que me povoam deveriam permanecer intactos, mas crescem vertiginosamente em escala máxima de medição. A mente, que em tese deveria estar calma e certa das coisas, do tempo e da vida, me trai, fazendo pensar coisas que não devo. Essa psicopatia extrema me faz constatar que sou louca mesmo, e que as coisas que faço, quero ou desejo são erros! Faz pensar que não sou eu a certa, a correta, a verdadeira. Faz com que eu coma poeira, ficando constantemente pra trás e pra trás. Quando é que vou poder voar em paz? Soltar as asas presas, correr pelo mundo, em meu tempo, em meu passo, em meu ritmo. Sinto-me tão insatisfeita, que penso que faço desfeita, a quem ousa me amar. E se começo a cogitar o que poderia ter sido, vou desesperadamente apagando esses pensamentos doentes. Não é “o que deveria ter sido”. É o que é. O que foi já era, ces’t fini! Quero fazer o que vai ser, não pensar no que não foi. Quero crescer, quero fugir, quero sumir. Quero ter tudo que não tenho e o que possa chegar a ter. Quero apenas viver.
[…]

citações randômicas da madrugada 1

São 04:25 da madrugada. Acordei de um pesadelo e entrei em outro. Ando assim, caindo, aos tropeços, aos pedaços. Não sei mais o que é viver sem peso. E que vem de todos os âmbitos da vida. Ando perdida com coisas que sei que não posso resolver. AGORA… Mas quem sabe o que haverá de aparecer em outros dias? Pode ser que sejam soluções… Mais problemas… Preparada? Talvez sim, provavelmente não… Por mais que digamos o contrário, nunca estamos preparadas para certos tipos de coisa. Ah…. Porque vocês insistem em me desafiar, em não acreditar em mim, em não acreditar nas coisas que digo e sinto? Eu sinto errado, falo errado, penso errado? Qual é!!! Tem tanta transparência aqui! Apesar de que, sei que por mais que eu ache que sou fácil de entender, só um indivíduo foi capaz de me compreender quase que totalmente e mesmo assim não soube “ser” comigo. Onde tá o erro? Comigo mesma? Quer saber de uma…. FODAM-SE. Sei que eu pareço que ainda tô atrasada, em lag eterno… Mas só estou tentando eliminar os fantasmas (os meus e os alheios) que insistem em pertubar minha vida, já atribulada. Para o presente, só deixo a minha loucura estampada na cara (que vem retornando aos poucos, observem). E na minha cabeça e coração permanece a intuição de que quando eu acordar do pesadelo ainda pode ser pior que isso tudo…

mots sincères* 1

(eu falo por…)

-você-

dormir cansado (do mundo).
acordar cansado (de tudo).
perecer…

per-ma-ne-cer…
isso está tão errado,
e só você não vê.

tempo? não há tempo.
o momento não vivido
não arrefece o sentimento.
só potencializa,
aumenta,
define.

meus fantasmas rondam, ameaçam…
sobrevoam a névoa longínqua onde ela se esconde.

“poderia viver?
saberia durar?
tentaria fugir por nada?”

ora, mas deveria me preocupar? calma, calma…

está tudo voltando a sua configuração inicial…

(eu falo por…)
-ela-
sei que você entrega a alma
inteira ou repartida
ao jogo desse tabuleiro.
e o jogo é real,
com rainhas, cavalos, peões.

como que peça mesmo você
vai jogar?
ah, rainha! claro…
sei que é nobre demais
para se trair tão estupidamente.

você é mais forte. m a i s   f o r t e… MAIS FORTE!
(que todos nós, olhe bem…)
pensa que
v  a  i  ,   v  a  i  ,   v  a  i  . . .
cair,
____cair,
________cair…
bem assim… d e v a g a r i n h o…

mas o sentimento é puro, forte e grande.

eu deveria tentar atenuar,
fazer sucumbir,
como manda meu interesse interno.
mas o interesse externo total,
insiste em mantê-lo de pé.


“poderia morrer?
saberia lutar?
tentaria vencer com alma?”

olha… me ouça…

as coisas não são necessariamente assim
simplistas e simplórias…
só lhe basta colocar os óculos

(caros e estilosos)
e ver que
só você pode cuidar disso tudo…

(eu falo por…)


-mim-
será que o verbo que os une
vai chegar então ao fim?

“no meu sonho tenho o mar,
tantos pontos para alimentar”

não há calma
nessas palavras sinceras.
vêm aos borbotões,
não param de escorregar
por meus dedos
curtos e grossos.

palavras ditas por dedos presos em nós…
palavras sentidas por sentimentos sós.
apenas palavras…
cortantes e doloridas,
de uma alma ferida.

tempo? não há tempo.
há o momento
onde não nos dissociamos.
onde nos fundimos
em diversas partes totalmente
desiguais.
e mais,
não há necessariamente
ganhar ou perder.
a decisão não cabe a ele,
muito menos a você.
só existe uma necessidade imensa
de viver,
de conviver.
e de ser,
ou de deixar de ser.
nós contigo,
e ele com você.

Brisa Dalilla =10/11/2008= 03:23h

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*mots sincères – palavras sinceras

Agonia 1

São olhos que não se vêem,
Bocas que não se beijam,
Braços que não se enlaçam.

São dias sem alegria,
Mágica sem fantasia,
Pedaços de sim, cheios de nãos.

São noites, em si, tão vazias,
Camas, que quentes, são frias,
Palavras sem cor, nem razão.

É o sim que revela desprezo,
Caminho difícil, tropeço,
Em suma, a falta de chão.

São tórridos tempos de fúria,
Augúrio do tempo sem forma,
Resumo do meu dia não.

Brisa Dalilla =13/09/2008=


Eu sempre quis mais 1

Eu sempre quis mais um pouquinho de tudo. Do seu jeito, do seu carinho, do seu sorriso. Sempre quis mais um tiquinho de atenção. Ou de pelo menos um pouco mais do que você poderia dispensar.

Eu sempre quis mais beijos, mais desejos e mais sentir. Sempre quis mais um abraço (porque abraço significa mais que amasso). Quis mais um tantinho de você em mim, sem que isso significasse necessariamente ter você pra mim.

Quis tudo e tanto que acabei não tendo nada. Fiquei com o tempo que sobra. Com o resto da hora. Com os quinze minutos antes de você, sutilmente, partir.

Fiquei com pouco porque me permiti ter pouco. Fiz parte do tantinho. Do pedacinho. Do fim do fim. E essa decisão sempre coube a mim.

Mas me nego a decretar esse tal fim. Não sei porque cargas d’água deixei que acontecesse assim.

Aliás, sei sim.

Talvez essa seja a certeza que não me permito acreditar. No fim das contas eu me engano de que sei me entregar. Ou ao menos agarrar (e não soltar) tantas oportunidades óbvias.

Culpa? Apenas eu tenho. Porque quis, mas não consegui demonstrar esse querer. E hoje só tenho medo de ter medo de amar e, sem querer, endurecer.

Brisa Dalilla =08/04/2008=


metade

você não sabe metade das coisas que eu deveria realmente dizer.

não sabe porque tenho medo de contar
e sei que se disser posso me perder.
um dia ainda vou aprender a falar
que você não sabe metade das coisas que eu quero te contar.
sobre o que sonho pra nós dois,
sobre o que espero de nós dois,
sobre o que espero pra nós dois.
você não sabe da metade das noites que passo sem dormir
ou até sem fome
ou com vontade de sumir.
sumir pra ver se me esqueço.
porque só se me esquecer, eu te esqueço.
porque eu sei o que você merece e o que eu mereço,
porque eu queria que o fim ditasse um novo começo.
você não sabe o que é me sentir tão completa e tão vazia.
não sabe que o calor que perto, esquenta,
de longe esfria.
não sabe metade do que padeço e talvez ache que não mereço.
mas sabe que amar você eu sei.
você talvez não entenda nem metade do amor que sinto.
que é tão maior do que eu pensava, que às vezes minto.
minto pra parecer que as coisas são realmente normais.
que as leves ofensas não me atingiram jamais.
minto porque é do meu feitio mentir.
pra um dia chegar e explodir.
e te dizer verdades que não sei o que são na verdade.
se raiva incontida no coração.
ou se mágoa de quem sofre em vão.
ou se é amor que se sente.
que no fim das contas é a única parte de mim que não mente.
e que sente.
fundo e forte.
sente demais até.
sem pudor e sem sorte.
até o dia que meu coração achar que der.