fotos


clichê 1

tô eu lá de boa bebendo meu campari e do nada um cara começa a conversar comigo dizendo que queria me “paquerar”. e eu só consegui pensar “quem raios fala paquerar nos dias de hoje pelamordedeus?”. não só pensei, como falei em voz alta. típico. não sei exatamente como se deu o próximo momento porque eu devia estar muito bêbada e, poxa, era um acampamento, tava todo mundo meio sem noção, louco e vocês já sabem.

só sei que teve esse cara que me salvou do paquerador, começou a conversar e em dado momento ficou olhando pra mim sem dizer nada. às vezes eu acho que foram dias, anos, milênios. porra de momento que não acabava! seria bom mesmo se não acabasse, viu? tava legal ficar ali parada só olhando e tal.

não aprofundando nas coisas porque eu tenho problemas em aprofundar (e por favor não pense besteira) nas histórias, o que se seguiu foi uma sucessão de momentos lindos, loucos e emocionantes. e nego sabe que pra chegar nesses momentos lindos eu passei pela batalha dificílima de ter que ir no ebsp, num evento de sex shop e no capão redondo, só pra poder ficar com esse rapaz. sou muito esforçada.

agora temos uma casa, dois gatos L-I-N-D-O-S e uma vida juntos que vem de uma convivência tão fantástica que eu nem conto mais porque teria que derramar mais um balde de clichê por aqui.

nego, obrigada por fazer meus dias mais felizes. te amo e não é pouco. feliz dia dos namorados. <3

<3

 

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marco 4

imagens que fazem lembrar de momentos, pessoas e coisas que aconteceram. que fazem sentir às vezes uma saudade fina, outras vezes apenas levar à constatação que tudo passou. faz relembrar dos começos dos começos e de alguns começos de fins. e viram marcos de novos ciclos que se iniciam. viram poeira no vento, mas permanecem guardadas em algum lugar aqui dentro. não necessariamente nessa ordem temporal, mas numa ordem de intensidade infinita.

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poesia em imagens 2

Sou mega suspeita pra falar, considerando que sou uma das maiores (acho que só perco pra @kaulacordier) fãs e entusiastas de Milena Palladino e sua forma de fazer arte. Quando a conheci, nós tínhamos nossas câmeras Sony, bem simplezinhas, e aprendemos a tirar leite de pedra com elas e fazer fotos que todo mundo duvidava que fossem mesmo tiradas com aquelas câmeras. Ela seguiu o caminho da fotografia como profissão, eu continuei apenas no hobby. Do 1º ensaio que Mi fez comigo (esse) já se passaram quase 7 anos. Ainda houveram mais 3 ensaios bem especiais (aqui, aqui e aqui) e, sinceramente, não consigo me imaginar sendo fotografada por outra pessoa. A ela só desejo sucesso e mais sucesso, sempre. 🙂

Então, quem estiver em Itabuna, de 15 a 30 desse mês, não deixe de prestigiar a exposição fotográfica “ITABUNA. E OUTROS ÂNGULOS.” no Jequitibá Plaza Shopping.

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