tabaroices em são paulo


clichê 1

tô eu lá de boa bebendo meu campari e do nada um cara começa a conversar comigo dizendo que queria me “paquerar”. e eu só consegui pensar “quem raios fala paquerar nos dias de hoje pelamordedeus?”. não só pensei, como falei em voz alta. típico. não sei exatamente como se deu o próximo momento porque eu devia estar muito bêbada e, poxa, era um acampamento, tava todo mundo meio sem noção, louco e vocês já sabem.

só sei que teve esse cara que me salvou do paquerador, começou a conversar e em dado momento ficou olhando pra mim sem dizer nada. às vezes eu acho que foram dias, anos, milênios. porra de momento que não acabava! seria bom mesmo se não acabasse, viu? tava legal ficar ali parada só olhando e tal.

não aprofundando nas coisas porque eu tenho problemas em aprofundar (e por favor não pense besteira) nas histórias, o que se seguiu foi uma sucessão de momentos lindos, loucos e emocionantes. e nego sabe que pra chegar nesses momentos lindos eu passei pela batalha dificílima de ter que ir no ebsp, num evento de sex shop e no capão redondo, só pra poder ficar com esse rapaz. sou muito esforçada.

agora temos uma casa, dois gatos L-I-N-D-O-S e uma vida juntos que vem de uma convivência tão fantástica que eu nem conto mais porque teria que derramar mais um balde de clichê por aqui.

nego, obrigada por fazer meus dias mais felizes. te amo e não é pouco. feliz dia dos namorados. <3

<3

 

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boba 1

e daí que me veio aquele sorriso bobo nos lábios…

ainda agorinha. sem esperar.

e já que vivo de viver e vivo de lembrar,

depois de passar metade do dia vivendo sem quase respirar,

agora paro e respiro para poder lembrar.

e a única coisa que posso sobre isso dizer

é que nem poderia ter coisa mais clichê

do que esse negócio bobo de sentir saudades de você.

 

brisa dalilla 11/07/2011

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estaria maluco se não tivesse junto 1

esse são joão me fez reencontrar muita gente e lembrar de muita coisa. voltar pra a bahia sempre me proporciona esse monte de emoções misturadas. de sentimentos que ainda teimo em sentir e outros que não me afetam mais (e em teoria deveriam. mai, né?). e mesmo os que não afetam, ainda permanecem na lembrança. e eu sou aquela que gosta de lembrar, né? ‘aquelas coisa’…

daí que agora há pouco falei que precisava de um show d’o rappa. e parando pra pensar, tem um fundamento estranho, essa vontade. deve ser algo relacionado com loucuras e começos. minha relação com o rappa começou precisamente em 2003. conheci músicas do cd ‘o silêncio que precede o esporro’ e fiquei completamente encantada. a força das letras, a melodia e a presença de marcelo falcão fizeram com que eu me tornasse fã automaticamente. tudo bem que eu já conhecia músicas de outros cd’s (a feira, pescador de ilusões, homem amarelo etc), mas as músicas do cd que citei me pegaram pelo pé de verdade. principalmente essa:

~e a cachaça queima bem forte, vibrante e forte~

daí que depois de tanta tietagem ilusória, em 2005 tive finalmente a oportunidade de ver a banda ao vivo. seria em ilhéus, no domingo… dia meio errado, já que tinha que trabalhar no outro dia em itabuna. mas, foda-se. era a chance. e depois de um churrasco da firma que eu trabalhava na época, parti pra meu show. obviamente ninguém tinha marcado comigo e eu ia sozinha. mas naquela mesma tarde a sorte (??) mudou e calhei de ter companhia.

(more…)

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é quando…

é quando você começa a fazer e dizer besteiras sem analisar nem medir antes. não que isso seja tão incomum – vindo de você – tão grande sendo sua fama de impulsiva e sem noção. mas isso acontece de repente, quando você começa a se irritar com o mundo, porque o mundo tá errado, tem alguma coisa faltando, te tiraram do seu chão e você não sabe onde se segurar. e porque nesse caso não há como se segurar, nem o que segurar. o vácuo está em você mesma. o vazio que faz fraquejar, na hora que há de ser forte. mesmo sabendo que as lágrimas não vão adiantar e que minutos depois elas vão secar por si só. e que no fim das contas isso é só uma peça que te pregaram. uma novidade que de repente te fez lembrar que há saudade. ou ao menos fez com que você admitisse pra si que era apenas algo que tentava esconder.

 

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F.bizer <3 1

Aqui vai meu texto de apresentação na F.biz (todo mundo tem que fazer um desse quando entra lá).  E tem que escrever em terceira pessoa, veja só! Blá blá blá e leiam logo. Coloquei saporra aqui só pra mostrar que eu continuo tentando ser piadista e que – obviamente – não vou conseguir grana nenhuma com isso.

BRISA DALILLA M. L. T. M. S. M. B. M. DE LEÃO E SOUSA

brisa@fbiz.com.br

Início: 02 de maio

Área: Conteúdo e Mídias Sociais

Brisa Dalila Maria Leopoldina Terra Marialda Segunda Mendonça Barrêto Marques de Leão e Sousa. Poderíamos parar esse texto aqui, mas aí ninguém saberia que ela se formou em Administração com habilitação em Marketing, que sempre quis trabalhar com publicidade, mas acabou enveredando pelos caminhos da telefonia (TIM e Oi), RH (GDK S.A.), vendas e atendimento em outras tantas empresas, e que, depois de passar por tudo isso, conseguiu voltar para a área, atuando em agências da Bahia (RCM, E10 e Mangalô ­- produção e mídia) e de Pernambuco (Hagua – redação digital e mídias sociais). Cuidou de ações para Club Social, Trident, Dupé, DanUP e Famous Grouse. Seus maiores orgulhos da vida são: ter saído no Kibeloco com o vídeo da colação de grau e ter o nome completo indexado pelo Google. Fora isso, add o @entojo que ela ficará feliz e contente. o/

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