TPM


trivialidades randômicas e características estranhas do surto

quando a gente surta parece que, além de louca, fica cega, surda e sem entender um palmo de coisas embaixo do nariz. ohhh, that’s the truth. é o esquema de “a dor é minha mesmo, é enorme, é maior que a de todo mundo porque é minha (ora bolas!) e foda-se quem achar errado”. sim, acabei de descrever meus surtos. reconheceu? porque não é só de pollyanismo que vive a pessoa, né? e às vezes, mesmo com o otimismo todo que me acompanha, eu fraquejo, sinto o chão sair dos pés e surto (lindamente, loiramente e japonesamente). normalmente quem fica perto nesses surtos e não consegue segurar a barra ou não entende como é passar por isso, sofre até mais que eu. e pensem que os surtos de hoje são bem menores que os de antigamente. sinta o drama…

(mais…)


é tudo verdade

O que eu escrevo aqui é tudo verdade.
Mesmo quando é música ou poesia no copy-paste, mesmo quando é sem nexo…
Porque eu sou sem nexo.
E porque eu não estou numa fase boa.
E quem lê isso aqui sabe o porque.

Mas como já dizia Alfred Newman: “Só as mulheres sangram…”

Então vamos a mais um copy-paste (com significado Ed).

Beijos a Todos.

Cássia Eller/Cazuza – Todo Amor Que Houver Nessa Vida

Eu quero a sorte de um amor tranqüilo
Com sabor de fruta mordida
Nós, na batida, no embalo da rede
Matando a sede na saliva

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia

E ser artista no nosso convívio
Pelo inferno e céu de todo dia
Pra poesia que a gente nem vive
Transformar o tédio em melodia…

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum veneno anti-monotonia…

E se eu achar a tua fonte escondida
Te alcanço em cheio
O mel e a ferida
E o corpo inteiro feito um furacão
Boca, nuca, mão e a tua mente, não

Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum remédio que me dê alegria…
Ser teu pão, ser tua comida
Todo amor que houver nessa vida
E algum trocado pra dar garantia
E algum veneno anti-monotonia…
E algum…


ahhhhhhhhhhh!!!

O que é que se faz quando uma suposta TPM se reproduz e toma praticamente duas semanas do seu mês, te enchendo daquelas bobagens tipo “Tô gorda!”, “Tô feia!”, “Ninguém me ama!”, “Ninguém me quer!”….

Argh!

Algum laboratório de medicamentos devia me presentear com remédio contra a TPM… Seria melhor para todo mundo.

E essa mérda de blog me encheu de novo!

E TODA vez que eu me encho do meu blog é sinal de TPM ou algo do tipo.

É uma droga mesmo.

É o que dá ler Bridget Jones demais… Tô quase igual a ela em alguns aspectos. Ou será que no fim todas nós temos um pouco de Bridget em nós?

Fica a dúvida.

E eu fui, porque essas teias de aranha aqui já me torraram a paciência.

Tchau.