dispensada de salvar universos

VEM!

Vem,

Que do meu jeito é diferente.

E a gente sempre sente

O tempo fechar e o tempo

Chover.

Vem,

Que sou menina carente.

Sinto falta do teu cheiro

E preciso do teu sentir

Teu amar, teu viver.

Vem,

Que nessa onda de inconstância

De repente eu viro dança,

Me encontro pelo mundo

E logo volto a me perder.

Vem,

Que sem querer eu me fecho

Fico presa no meu verso

Na ânsia de aplacar a sede

E o vício de você.

Vem,

Que eu chego cheia de vontades

Desejos loucos. Insanidades…

Gritando aos sete ventos

O apetite por você…

Brisa Dalilla =11/08/2008=

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2 pensamentos em “VEM!”