quando anoiteço,
quando amanheço,
quando acordo em sonhos,
quando sonho pesadelos.
quando me perco,
quando me afasto,
quando nao sei o caminho,
quando me vejo sozinha,
eu me acho tão triste…

quando sinto saudades suas,
quando caminho sozinha nas ruas,
quando sei que nao tenho o que desejo
quando a cura está em um so beijo.
quando o tempo se arrasta,
quando a solidão nos afasta,
quando não sei o que fazer,
quando só me resta morrer,
eu me acho tão triste…

quando penso em te esquecer,
quando vejo que nao sinto você,
quando me sinto coberta de gelo,
quando recorro ao mais agudo apelo.
quando sofro psicoticamente,
quando me sinto metade de gente,
quando choro sem poder parar,
quando falo sem ao menos pensar
eu me acho tão triste…
quando meus espelhos refletem vazio,
quando no calor, morro de frio,
quando você some sem avisar,
quando fico louco a perguntar (o que que a vida vai fazer de mim).
quando dormindo, grito seu nome,
quando nao sinto nada, mesmo morrendo de fome,
quando quero ser sua outra metade,
quando não quero morrer de saudade,
eu me acho tão triste…



Brisa Dalilla =07/01/2008=

entojo

entojo

É alma que não se cala; Palavra que tira de tempo; Transbordo de sentimentos... Não é sopro, nem é v e n t o; É livre, leve e solta; É ar em m o v i m e n t o…

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